Em propagandas irregulares flagradas pelas equipes de fiscalização e monitoramento da Agência, o anunciante dizia que o alisante capilar estava "liberado pela Anvisa".

Além de apresentar a falsa informação sobre a regularidade do produto, o fabricante anunciava que o alisante (cuja aplicação se dá pelo uso do calor), é a base de glutaraldeído. Com o aquecimento, essa substância emite um vapor que pode causar rinites, sinusites e graves irritações oculares, inclusive com a possibilidade de produzir a cegueira.