Revista do Farmacêutico 111 - Curtas e Boas

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PUBLICAÇÃO DO CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Nº 111 - ABR - MAI - JUN / 2013

Revista 111 setinha Curtas e Boas


Estudo afirma que suco de beterraba diminui pressão arterial em 7%

Foto: Flickr / FoodthinkersUma pesquisa do departamento de farmacologia da Escola de Medicina de Londres afirma que beber suco de beterraba todos os dias pode ajudar as pessoas que sofrem de pressão alta, segundo os cientistas. Eles descobriram que um copo diário da bebida pode diminuir a pressão em 7%. 

Isso acontece por conta dos níveis naturalmente elevados de nitrato no alimento, substância também encontrada em repolho, aipo e outros vegetais de folhas verdes, como espinafre.

O estudo envolveu oito mulheres e sete homens com pressão entre 140 e 159 mm Hg, que não tomavam medicamentos para o problema. Os participantes ingeriram 250 ml de suco de beterraba ou de água contendo uma pequena quantidade de nitrato, e tiveram a pressão monitorada por 24 horas.

Fonte: Terra

 

Pesquisa identifica enzima que pode ajudar a combater câncer de próstata

Cientistas do Instituto de Pesquisa Médica Sanford-Burnham, nos Estados Unidos, identificaram uma enzima que pode ajudar a combater e impedir a formação de câncer de próstata.

A pesquisa, publicada na revista da Academia Americana de Ciências, a “PNAS”, descreve a enzima PKCζ (a última letra é a grega zeta). Segundo o estudo, essa enzima controla a ativação do gene c-Myc, que facilita a formação de tumores na próstata. Quando presente no organismo, a enzima impede que o gene propicie o crescimento das células cancerígenas e facilite a ocorrência de metástase.

O estudo sugere que restaurar os níveis da enzima PKCζ no corpo pode ajudar no tratamento deste tipo de câncer. De acordo com os cientistas, a queda na produção da enzima pode ser um dos fatores-chave no surgimento de um tumor agressivo na próstata.

Fonte: G1


Novo medicamento promete ser mais eficaz no combate à gripe

Segundo estudo publicado pela Revista Times, já é possível a produção de um medicamento que torna impossível a propagação do micro-organismo responsável pela gripe.

Trata-se de uma nova droga denominada DFSA, que consegue interromper a ação da enzima que liga o vírus da gripe à célula humana. O medicamento bloqueia a ação do vírus e o torna inofensivo, mesmo que venha a sofrer mutações. 

Foram realizadas experiências em ratos e os resultados, segundo pesquisadores, foram positivos. O próximo passo é ampliar as experiências para outros animais. Entretanto, para chegar às prateleiras, o produto pode demorar de seis a sete anos.

Fonte: UOL



IESC/UFRJ coleta dados para pesquisa sobre “pílula do dia seguinte”

Imagem: Arturaliev - Panthermedia / Arte: Ana Laura AzevedoO Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IESC/UFRJ) está coletando dados para uma pesquisa sobre contracepção de emergência, usualmente conhecida como “pílula do dia seguinte”. A pesquisa, que conta com o apoio da Faperj, CNPq e Conselho Regional de Farmácia do Rio de Janeiro, foi aprovada na Plataforma Brasil Comitê de Ética IESC/UFRJ.

A pesquisa “Uma investigação socioantropológica no âmbito das farmácias: posição de farmacêuticos e balconistas sobre a contracepção de emergência” busca ouvir farmacêuticos que atuam em farmácias e drogarias sobre a contracepção de emergência. O intuito, segundo a coordenadora do projeto, prof.ª Elaine Reis Brandão, é “valorizar a opinião do profissional quanto ao tema, uma vez que os locais mais procurados pelos consumidores para adquirir esse tipo de medicamento são as farmácias e drogarias”, explica.

Ao fim da pesquisa, será elaborado um material educativo sobre o medicamento para profissionais que atuam em farmácias e drogarias. A pesquisa começou no Rio de Janeiro, durante os meses de março e abril, mas a intenção é expandi-la para outros estados, por isso, de acordo com os pesquisadores, é de suma importância que os farmacêuticos participem e respondam o formulário.

Fonte: UFRJ

 

Nova esperança contra o diabetes tipo 1

Foto: Radius Images / LatinstockEstudo do Instituto de Investigação em Ciências da Saúde Germans Trias i Pujol, na Espanha, resultou em um tratamento para o diabetes tipo 1. A pesquisa, publicada na Revista Plos One, indica que a estratégia pode ser a base para a prevenção do diabetes e de outras doenças de causa autoimune.

O tratamento é baseado na extração de células dendríticas do sistema imunológico do paciente e na sua modificação in vitro. As células modificadas são reintroduzidas e conseguem impedir a destruição das células produtoras de insulina.

O diabetes tipo 1 é uma doença causada pela destruição das células beta do pâncreas – as que produzem insulina. É também conhecido como diabetes insulinodependente, diabetes infantojuvenil e diabetes imunomediado.

No diabetes tipo 1, os portadores precisam de injeções diárias de insulina para manter a glicose no sangue em valores normais. A doença, embora ocorra em qualquer idade, é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

Fonte: Agência Brasil

 

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